Instrumentos de Adoração na Bíblia: O que as Escrituras Dizem sobre Música e Louvor

A rustic wooden shield and sword resting against a stone wall bathed in warm golden light

A Bíblia menciona pelo menos nove instrumentos musicais distintos usados na adoração, desde a suave harpa de Davi até os címbalos estrondosos do coral do templo. A Bíblia não apenas tolera a música; ela a ordena, celebra-a por meio de escrituras de adoração e compõe algumas de suas cenas mais vívidas ao seu redor. Se você já se perguntou quais instrumentos aparecem na Bíblia e por que importavam tanto, você está prestes a caminhar por uma tradição de alegria e louvor que se estende de Gênesis a Apocalipse.

Por Que a Música É Tão Importante na Bíblia

Antes de explorarmos instrumentos específicos, é bom sentir o quão central era a música na fé de Israel. A adoração não era um ato silencioso e particular — era barulhenta, comunitária e profundamente emocional. Quando os israelitas cruzaram o Mar Vermelho, Miriã pegou um tamborim e liderou as mulheres na dança. Quando a Arca da Aliança entrou em Jerusalém, Davi dançou com toda a sua força enquanto uma orquestra inteira tocava. Quando o templo de Salomão foi dedicado, a música era tão poderosa que a glória de Deus encheu o edifício.

A música nas Escrituras não é decoração adicionada à adoração. Ela é adoração. O livro mais longo da Bíblia — os Salmos — é um hinário inteiro, com marcações musicais, designações de instrumentos e instruções para mestres de coral. Deus não apenas permitiu que Seu povo fizesse música; Ele a colocou no coração da forma como eles se aproximavam d’Ele.

“E os tocadores de trombetas e os cantores se fizeram ouvir em uníssono, louvando e dando graças ao Senhor; e quando a voz da trombeta e dos címbalos e dos outros instrumentos musicais soava em louvor ao Senhor, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre; então a casa, a casa do Senhor, se encheu de uma nuvem.”– 2 Crônicas 5:13 (ARA)

Esse momento – quando os instrumentos e as vozes se uniram, e a presença de Deus se manifestou com poder palpável – nos diz algo belo. O Senhor não apenas tolera nossa música de adoração. Ele nos encontra nela.

Cada Instrumento de Adoração Mencionado na Bíblia

A Bíblia menciona uma variedade surpreendente de instrumentos musicais. Alguns eram reservados para a adoração no templo. Outros eram tocados em casas e campos. Alguns eram usados para sinalizar exércitos ou anunciar dias santos. Aqui está um guia de cada instrumento principal, onde aparece e para que era usado.

1. A Harpa (Kinnor)

A harpa – chamada kinnor, em hebraico, é o instrumento mais frequentemente mencionado na Bíblia. Era um instrumento de cordas portátil, semelhante a uma lira, com 10 ou mais cordas, leve o suficiente para carregar enquanto caminhava. Davi era famoso por sua perícia na harpa — e foi precisamente isso que primeiro o levou à corte do Rei Saul.

“E sucedia que, quando o espírito mau vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa e tocava com a sua mão; assim Saul se acalmava e estava bem, e o espírito mau se retirava dele.”– 1 Samuel 16:23 (ARA)

A harpa aparece na adoração, no lamento e até na profecia. Os exilados na Babilônia penduraram suas harpas em salgueiros porque não conseguiam cantar o cântico do Senhor em terra estrangeira (Salmo 137:2). Em Apocalipse, adoradores celestiais seguram harpas diante do trono de Deus (Apocalipse 5:8). Do quarto de Davi ao próprio céu, a harpa é tecida através da história da adoração nas Escrituras.

2. O Salteério (Nevel)

Frequentemente confundido com a harpa, o nevel

era um instrumento de cordas maior e com som mais profundo – mais próximo do que poderíamos imaginar como uma harpa hoje. Tinha um corpo ressonante e produzia um tom rico e grave. O salteério era um pilar da adoração no templo e aparece ao longo dos Salmos.

“Louvai ao Senhor com a harpa; cantai a ele com o salteério de dez cordas!”– Salmo 33:2 (ARA)

Quando Davi organizou os músicos do templo, os tocadores de salteérios tiveram um papel proeminente, tocando ao lado dos cantores e dos tocadores de címbalos para liderar a adoração de Israel (1 Crônicas 15:16).

3. A Trombeta (Chatsotsrah)

A trombeta de prata era um instrumento reto e estreito que Deus ordenou especificamente a Moisés que fabricasse. Duas trombetas de prata eram usadas para convocar a congregação, sinalizar movimentos do acampamento e soar alarmes em batalha. Eram sopradas pelos sacerdotes — apenas os descendentes de Arão podiam tocá-las.

“Faze-te duas trombetas de prata; de obra batida as farás, e servirão para convocar a congregação, e para romper o arraial.”– Números 10:2 (ARA)

Trombetas também marcavam festivais e o início dos meses. Elas evocavam autoridade e anúncio divino – é por isso que o retorno de Cristo está associado ao som de uma trombeta (1 Tessalonicenses 4:16).

4. O Shofar (Chifre de Carneiro)

O shofar é provavelmente o instrumento mais dramático na Bíblia. Feito de um chifre de carneiro, seu som penetrante podia ser ouvido através de vales e topos de colinas. Anunciava o Ano do Jubileu, sinalizava o início da batalha e acompanhava alguns dos momentos mais impressionantes das Escrituras – incluindo a entrega da Lei no Sinai, quando o som do shofar crescia mais e mais alto até a montanha tremer (Êxodo 19:16-19).

O shofar derrubou os muros de Jericó (Josué 6:20) e anunciará o Dia do Senhor nos últimos dias. Não era principalmente um instrumento musical — era um sinal sagrado, convocando o povo de Deus a se atentar, se arrepender e temer.

5. O Tamborim (Toph)

O tamborim – ou adufe – era um tambor de mão, frequentemente tocado por mulheres durante celebrações. Aparece em alguns dos momentos mais alegres da Bíblia. Após cruzar o Mar Vermelho, Miriã pegou um tamborim e liderou as mulheres no louvor (Êxodo 15:20). Era tocado em celebrações de vitória, festivais de colheita e procissões.

O tamborim nas Escrituras está quase sempre ligado a louvor espontâneo e exuberante — aquele louvor que não consegue ficar quieto.

6. Os Címbalos (Tseltselim)

Címbalos eram discos de bronze que, batidos juntos, produziam um estrondo alto e ressonante. Eram usados exclusivamente na adoração do templo e tocados por músicos levitas. A Bíblia distingue entre “címbalos que soam” e “címbalos que estrondam” – provavelmente referindo-se a tamanhos e tons diferentes.

“Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos estrondosos!”– Salmo 150:5 (ARA)

Asafe, um dos principais músicos de Davi, era tocador de címbalos (1 Crônicas 16:5). Címbalos definiam o ritmo e marcavam transições na adoração do templo – eram a espinha dorsal do conjunto.

7. A Flauta (Chalil)

A flauta – ou flauta de cana – era um instrumento de sopro simples feito de junco ou osso. Era tocada tanto em celebrações alegres quanto em ocasiões tristes. O próprio Jesus mencionou a flauta quando descreveu crianças na praça se chamando mutuamente: “Tocamos flauta para vós, e não dançastes; cantamos lamentação, e não praguejastes” (Mateus 11:17).

Flautas acompanhavam peregrinos viajando a Jerusalém para festivais (Isaías 30:29) e eram tocadas em casamentos e funerais. Essa versatilidade tornou a flauta um dos sons mais familiares na vida cotidiana israelita.

8. Instrumentos de Cordas (Minnim)

Salmo 150:4 menciona “cordas” como uma categoria geral, provavelmente referindo-se a vários instrumentos dedilhados ou tocados com arco além da harpa e do salteério. Estes podem ter incluído instrumentos como a cítara ou o dulcimer. Daniel 3:5 lista o “trigon” entre os instrumentos de Nabucodonosor – um instrumento de cordas triangular de origem babilônica.

9. O Órgão de Tubos (Ugav)

O ugav

– às vezes traduzido como “flauta” ou “órgão” – aparece já em Gênesis 4:21, onde Jubal é chamado de “pai de todos os que tocam harpa e flauta.” Era provavelmente um instrumento simples feito de cana ou com múltiplos canos. É um dos instrumentos mais antigos mencionados nas Escrituras, lembrando-nos que fazer música tem sido parte da vida humana desde o início.

Salmo 150: O Grande Convite de Deus para Adorar com Instrumentos

Nenhuma passagem exprime melhor o entusiasmo da Bíblia pela adoração musical do que o Salmo 150. Em apenas seis versículos, o salmista chama todo tipo

de instrumento – e toda criatura que respira – a louvar o Senhor. Parece um crescendo, construindo de um único assobio de trombeta para uma orquestra completa de louvor.

“Louvai-o com sons de trombeta; louvai-o com salteério e harpa! Louvai-o com adufe e dança; louvai-o com cordas e flauta! Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos estrondosos! Tudo o que tem fôlego louve ao Senhor. Aleluia!”– Salmo 150:3-6 (ARA)

Note o que este salmo não faz. Ele não classifica instrumentos. Ele não diz que a harpa é mais espiritual que o címbalo, ou que adoração silenciosa é mais santa que adoração barulhenta. Ele abre as portas de par em par: trombetas, cordas, percussão, instrumentos de sopro, dança — tudo isso pertence ao louvor. Se produz som e é oferecido a Deus com um coração sincero, tem seu valor.

Mantenha isso em mente na próxima vez que ouvir um debate sobre estilos de adoração. O próprio hinário de Deus não termina com uma preferência por um instrumento sobre outro. Termina com um convite para que levantemos nossas vozes e louvemos com tudo o que temos.

Músicos israelitas antigos tocando harpas, salteérios, címbalos e trombetas juntos em adoração alegre no templo
Os músicos do templo de Israel eram profissionais treinados separados para o trabalho sagrado da adoração (1 Crônicas 15:16).

Davi e os Músicos do Templo: Como Israel Organizava a Música de Adoração

Davi não era apenas um músico — ele construiu um sistema completo de adoração em música para a nação. 1 Crônicas 15-16 descreve como ele nomeou músicos levitas para servir diante da Arca da Aliança, designando famílias específicas para instrumentos específicos.

“E a Davi ordenou aos principais dos levitas que designassem seus irmãos, os cantores, com instrumentos musicais, com harpas e salteérios e címbalos, para fazerem soar sons de alegria.”– 1 Crônicas 15:16 (ARA)

Quando Salomão construiu o templo, o ministério musical incluía 4.000 levitas que louvavam com instrumentos que Davi havia feito para esse propósito (1 Crônicas 23:5). Estes não eram voluntários casuais – eram músicos treinados e em tempo integral separados para o trabalho de adoração. Habilidade musical era considerada um chamado sagrado.

Isso nos diz algo importante. Deus valoriza tanto o coração quanto a arte da adoração. Davi não queria apenas músicos apaixonados – ele queria excelência. Os dois não estão em conflito. Oferecer a Deus nosso melhor esforço, bem preparado e ensaiado, é um ato de devoção genuína.

A Mudança do Novo Testamento: Cantando no Coração

Quando voltamos do Antigo para o Novo Testamento, algo impressionante acontece. Os instrumentos do templo desaparecem largamente do texto, e a ênfase muda para a voz humana e a postura do coração.

“Falando entre vós em salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração.”– Efésios 5:19 (ARA)

“A palavra de Cristo habite ricamente em vós, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros em toda a sabedoria, cantando com gratidão no vosso coração ao Senhor os salmos, hinos e cânticos espirituais.”– Colossenses 3:16 (ARA)

Isso significa que o Novo Testamento proíbe instrumentos? De forma alguma. Paulo e a igreja primitiva estavam profundamente enraizados nas tradições de adoração judaicas que incluíam instrumentos. A mudança não é uma proibição – é um aprofundamento. Sob a nova aliança, a adoração não está mais confinada a um templo com um coral levita profissional. Cada crente é um templo do Espírito Santo, e o instrumento mais essencial é seu próprio coração grato.

Seja sua igreja adorando com uma banda completa ou apenas com vozes, o ensino consistente da Bíblia é este: o que mais importa não é o instrumento em suas mãos, mas a sinceridade em seu coração. Deus sempre tem sido mais interessado no adorador do que no estilo de adoração.

7 Lições Sobre Adoração Que Aprendemos dos Instrumentos Bíblicos

Quando você recua e olha como o povo de Deus usou instrumentos ao longo das Escrituras, padrões claros emergem – verdades sobre adoração que falam a cada geração e cada crente.

1. A adoração é meant para ser de todo coração. Do tamborim de Miriã à dança de Davi aos címbalos estrondosos do Salmo 150, a adoração na Bíblia nunca é de meio coração. Deus nos convida a louvá-Lo com energia, paixão e nosso ser inteiro.

2. A variedade honra a Deus. A Bíblia não prescreve um único instrumento ou estilo. Cordas, sopros, percussão, voz – a própria diversidade reflete a criatividade do Criador.

3. Habilidade é um dom que vale desenvolver. Os músicos de Davi eram profissionais treinados (1 Crônicas 25:7). Praticar sua arte – seja cantando, violão ou piano – não é vaidade. É administração de um dom.

4. A música carrega a presença de Deus. Quando os músicos do templo tocavam em uníssono, a glória de Deus enchia a casa (2 Crônicas 5:13-14). Algo acontece no reino espiritual quando o povo de Deus adora junto.

5. A adoração pode ser uma arma. Jeosafate enviou cantores à frente do exército, e Deus emboscou o inimigo (2 Crônicas 20:21-22). Paulo e Silas cantaram na prisão, e as correntes caíram (Atos 16:25-26). Louvor é espiritualmente poderoso.

6. O coração importa mais que o som. Amós 5:23 registra Deus dizendo, “Tira de mim o estrondo dos teus cânticos” – porque a adoração de Israel era oca. Música bonita sem um coração rendido é apenas ruído para Deus.

7. O Céu está cheio de música. Apocalipse descreve harpas, cânticos e louvor estrondoso ao redor do trono de Deus (Apocalipse 5:8-9, 14:2-3). Música não é apenas para esta vida – é eterna. O que praticamos aqui, aperfeiçoaremos lá.

Perguntas Frequentes Sobre Instrumentos na Bíblia

Que instrumentos Davi tocava na Bíblia?

Davi está mais associado à harpa (kinnor), que ele tocava como jovem pastor e depois na corte do Rei Saul (1 Samuel 16:23). Ele também estava profundamente envolvido em criar e organizar instrumentos para adoração no templo, incluindo salteérios, címbalos e trombetas. 1 Crônicas 23:5 menciona que Davi fez instrumentos especificamente para louvar a Deus, e ele pessoalmente dançou e tocou diante da Arca da Aliança enquanto entrava em Jerusalém (2 Samuel 6:5). Davi foi tanto um músico habilidoso quanto o arquiteto de toda a tradição de música de adoração de Israel.

A Bíblia diz que devemos usar instrumentos na adoração da igreja?

O Antigo Testamento claramente ordena e celebra o uso de instrumentos na adoração – Salmo 150 sozinho chama por trombeta, harpa, salteério, tamborim, cordas, flauta e címbalos. O Novo Testamento enfatiza cantar e adoração do coração (Efésios 5:19, Colossenses 3:16) sem especificamente ordenar ou proibir instrumentos. A maioria dos estudiosos bíblicos entende isso como uma mudança de ênfase – de ritual baseado no templo para devoção baseada no coração – em vez de uma proibição de instrumentos. Ao longo da história da igreja, a vasta maioria das tradições cristãs tem acolhido instrumentos como uma maneira alegre de louvar a Deus.

Quantos instrumentos são mencionados na Bíblia?

A Bíblia menciona pelo menos nove categorias distintas de instrumentos musicais: a harpa (kinnor

), salteério (nevel), trombeta de prata (chatsotsrah), chifre de carneiro ou shofar, tamborim (toph), címbalos (tseltselim), flauta ou flauta de cana (chalil), cordas (minnim), e o órgão de tubos ou flauta de pã (ugav). Daniel 3 adiciona vários instrumentos babilônicos incluindo o trigon e sanfona. A contagem exata depende da tradução, pois alguns termos hebraicos se sobrepõem, mas estudiosos geralmente identificam entre nove e quinze instrumentos distintos em ambos os testamentos.

Qual é o primeiro instrumento musical mencionado na Bíblia?

Os primeiros instrumentos musicais mencionados na Bíblia aparecem em Gênesis 4:21, onde Jubal é descrito como “pai de todos os que tocam harpa e flauta.” Isso coloca a fazer música entre as atividades humanas mais antigas – ao lado da agricultura, pastoreio e metalurgia. O fato de Deus registrar a contribuição de Jubal na genealogia da humanidade inicial nos diz que a música não foi um pensamento secundário ou luxo. Era parte de como Deus projetou seres humanos para se expressarem e se conectarem com seu Criador desde o início.

O que o shofar simboliza na Bíblia?

O shofar (chifre de carneiro) carrega profundo simbolismo ao longo das Escrituras. Anunciava a presença de Deus no Monte Sinai (Êxodo 19:16), sinalizava o início de dias santos e do Ano do Jubileu (Levítico 25:9), convocava exércitos para batalha, e derrubou os muros de Jericó (Josué 6:20). Profeticamente, o shofar está associado ao Dia do Senhor e ao retorno de Cristo – Paulo escreve que “o Senhor mesmo descerá do céu com um grito de comando, com a voz de um arcanjo, e com o som da trombeta de Deus” (1 Tessalonicenses 4:16). O shofar representa autoridade divina, despertar e a voz inconfundível de Deus rompendo na história humana.

Na próxima vez que ouvir música na adoração – seja um único violão, um coral completo ou apenas sua própria voz cantando um hino na cozinha – lembre-se que você está se unindo a uma tradição tão antiga quanto a humanidade. Da primeira flauta de Jubal às harpas do céu, Deus sempre amou o som de Seus filhos louvando-O. Você não precisa de afinação perfeita ou instrumento polido. Você só precisa de um coração disposto. Então levante sua voz hoje. Cante no carro. Toque aquele hino antigo. Aplauda suas mãos. Deixe tudo o que tem fôlego louvar ao Senhor – e deixe começar com você.

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Naomi Briggs
Autor

Naomi Briggs

Naomi Briggs serve em alcance comunitário e escreve sobre justiça cristã, misericórdia e amor ao próximo. Com um M.A. em Ética Bíblica, ela oferece orientação pastoral sólida para a promoção da paz no dia a dia.
Stephen Hartley
Revisado por

Stephen Hartley

Stephen Hartley é pastor de adoração, com Postgraduate Diploma (PgDip) em Teologia e experiência em liderança de adoração em várias congregações. Ele escreve sobre adoração, lamento e os Salmos.

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